É uma
técnica
tradicional. Não importa o desenho, clássico
ou contemporâneo,
o modo de fazer
é o mesmo do
século
XII. Primeiro é feito
o croqui, que
então é ampliado para
o tamanho
natural,
não importando as
dimensões.
Depois, cortam-se os pequenos vidros
– centenas
por
metro quadrado
– que são
esmaltados a fogo e consolidados com chumbo e estanho. Foi assim
em Chartres, no
século
XII, e é assim no Brasil, no século XXI.